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domingo, 3 de junho de 2012

Real time – Sbt bem – SP




20h39
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Prévia: Domingo Legal.



domn Inscrição Qual o seu desejo?   Domingo Legal com Celso Portiolli
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Prévia: Tela de Sucessos (01/06).



Outro Conto da Nova Cinderela
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Prévia: Maria do Bairro (01/06).



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Prévia: Eu, a Patroa e as Crianças (01/06).



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Picos de 9

Prévia: Bom Dia & Cia (01/06).



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Pico de 8.1

SBT promove mudanças no jornalismo em Brasília.



O SBT vem promovendo importantes mudanças no seu jornalismo em Brasília desde o início de maio.

A jornalista Cecília Maia é, agora, a nova diretora de jornalismo do SBT Brasília, em substituição a Antonio Augusto, que deixou o posto para se dedicar ao mestrado em Relações Institucionais pela UnB.

Cecília já passou por diversos órgãos de imprensa em Brasília, como as tevês Globo, Justiça e Canal Rural, revistas IstoÉ, Veja e Caras, entre outros.

Ainda no SBT Brasília, Luciana Marques, vinda da Veja Online, é desde o final de maio, a nova repórter do Jornal do SBT. Além de atuar em reportagens na capital federal, ela faz a coluna política Brasília Online no telejornal de Carlos Nascimento e Cynthia Benini.

Luciana substitui Fernanda de Andrade, que agora faz parte da equipe do SBT Brasil, ao lado dos repórteres Galton Sé e Alex Gusmão.

Com informações do Jornalistas & Cia

"Nunca tive uma personagem tão boa".



Com rosto delicado e ar de menina-moça, Rosanne Mulholland encara a tarefa de ser a professora Helena na versão brasileira de Carrossel, novela mexicana exibida pelo SBT em 1991 e que foi um sucesso por aqui. Apesar de não parecer, a atriz tem 31 anos e era uma estrela em ascensão nas telonas até agora. Rosanne filmou Nosso lar, Bellini e o demônio, Araguaya, A concepção, Falsa loura, Nome próprio e O magnata, entre outros longas.

Na TV, ela não é bem uma estreante, pois fez a novela Água na boca, da Band, e participou com pequenos papéis da minissérie JK e de Sete pecados, da Globo. No entanto, Rosanne diz que sua atuação na remake de Carrossel pode mudar sua vida. “Sempre foquei minha carreira no cinema, mas está sendo um grande desafio essa personagem, até por eu ter assistido à novela na minha infância e manter uma relação afetiva com essa história”, comenta.

A atriz nasceu em Brasília e é filha do norte-americano Timothy Mulholland (ex-reitor da Universidade de Brasília) com a brasileira Lurdicéia Santos – eles são separados há muitos anos. No começo de sua carreira, ela assinava Rosanne Holland por achar seu sobrenome verdadeiro muito difícil de escrever e pronunciar. “É o nome do meu pai, da minha família, e sei que a origem é irlandesa”, conta.

Ela chegou a cursar psicologia para ter uma profissão “mais segura”, mas não resistiu à paixão por interpretar. Depois de 10 anos trabalhando em peças teatrais e comerciais em Brasília, Rosanne se mudou para o Rio de Janeiro para tentar fazer cinema, e conseguiu.

O cinema é uma prioridade em sua vida?
Desde que fiz meus dois primeiros filmes, sempre quis que o cinema fosse prioridade e por muito tempo busquei isso. Agora, estou tirando um tempo para fazer TV, o que vai ser muito importante para minha carreira. Demorei um pouco para me adaptar, mas agora estou à vontade e esta é a oportunidade que me deixou mais feliz de todas que eu tive na vida até agora.

Você se identifica com a professora Helena?
Sim. Como atriz, fiz poucos trabalhos com crianças, mas já fui professora de inglês. Quando me mudei para o Rio, dei aulas para reforçar meu orçamento. Além disso, sou formada em psicologia e fiz estágio com crianças. Para mim, é um grande prazer gravar com elas, mesmo quando nos enlouquecem.

É mais difícil contracenar com crianças?
É diferente. Quando todas estão juntas, é difícil porque elas se distraem muito facilmente. Já quando gravo com uma ou duas é incrível, porque rola outra concentração e a cena flui melhor. O mais legal é ver que tudo é muito simples para elas, porque nós, adultos, às vezes complicamos as coisas sem necessidade.

É fácil fazer essa mocinha, tão meiga e cheia de qualidades?
Acho difícil porque ela é sempre boa. Ser boa o tempo inteiro e tornar isso interessante é um grande desafio. Nunca fiz uma personagem tão boa, apesar de eu ter essa cara de mocinha boazinha. Quando era mais nova, tinha medo de ficar presa a esse tipo de personagem. Graças a Deus, tive oportunidade de fazer personagens bem diferentes e agora vejo como pode ser bacana encarar essa mocinha.

Então, você acha que a sua imagem ajuda a caracterizar a mocinha de Carrossel?
Sim, tenho um rosto delicado e o tipo físico magrinho ajuda. Todos falam que sou doce e que tenho mel. Acho que esse conjunto foi favorável para que me escolhessem para fazer Helena. Fiz apenas um teste, contracenando com o Jean Paulo, que interpreta o Cirilo. Eu olhei para ele, e não tem como você não se encantar com esse menino. Foi natural. Eu já sou doce, com essa carinha, digamos, delicada, olhei para ele e me apaixonei. Pronto, já era a professora Helena.

E como você soube que o papel era seu?
Tomei um susto. Estava no Festival de Brasília, iria começar a apresentar o evento quando recebi a ligação do SBT. Foi tudo muito rápido, porque já estavam me chamando para começar a apresentação. Demorou para cair a ficha, porque eu nem podia parar para pensar naquele momento. Fiquei meio em choque, porque é uma coisa importante, que pode mudar minha vida. Quando me acalmei e coloquei a cabeça no travesseiro, pensei “caramba, sou a professora Helena”. Aí, eu curti.

Você teve de mudar algo no seu visual?
Eu estava com uma franja e um cabelo um pouco maior. Cortei um pouco e fiz luzes suaves.

Você assistiu à novela na década de 1990. Acha que isso vai acabar influenciando na sua construção da personagem? 
Eu assistia com meus pais e tenho uma referência muito forte da versão mexicana. A professora Helena da Gabriela Rivero é uma influência, sim, mas estamos em outros tempos e no Brasil. É importante eu fazer a minha professora Helena. Acho que vai haver uma mistura da interpretação da Gabriela com a da Rosanne

Neste ano, você vai se dedicar somente a Carrossel ou tem outros projetos?
Agora minha vida é Carrossel. Claro que já estou começando a pensar em outros projetos para depois da novela, mas enquanto eu estiver aqui esse é o meu foco.

Você é de Brasília e mora no Rio de Janeiro. Vai se mudar para São Paulo por causa do trabalho no SBT?
Estou ficando num flat. Meu apartamento no Rio eu vou alugar, e também não tenho tempo para fazer a mudança, pois fiquei sabendo numa semana que seria a professora Helena e na outra já estava aqui gravando. Não tive tempo de ajeitar isso. Vou encarar a vida de viver num flat mesmo.

O que o trabalho no programa A liga, da Bandeirantes, significou para você?
Foi uma experiência completamente diferente que me enriqueceu como pessoa e trouxe uma experiência como apresentadora que eu não havia tido ainda. Sabia desde o princípio que seria uma fase, porque sempre fui atriz e interpretar é o que quero fazer. Queria sair da minha zona de conforto, queria conhecer coisas novas, queria um desafio. No programa, passei por coisas que jamais faria na minha vida. Eu nunca entraria em um esgoto, e em A liga fiz isso. Jamais assistiria a uma necropsia, e eu assisti. O convite para fazer A liga veio no momento certo, porque eu estava procurando ir além. Agora, estou em um outro momento.

Fonte: Jornal Estado de Minas

'Carrossel' leva SBT à vice-liderança com viagem no tempo.



Enquanto o público viaja no tempo com a nova versão de "Carrossel", o SBT revive uma era de ouro em que a novelinha mexicana abalou a audiência do "Jornal Nacional" da Globo, há 21 anos.

Agora, porém, o inimigo é outro: a Record, que nos últimos anos surrupiou a vice-liderança em audiência da emissora de Silvio Santos.

O tiro foi certo. A adaptação assinada por Iris Abravanel aumentou a audiência do horário nobre do canal em 96% só na primeira semana.

Com isso, o folhetim retoma a virada na audiência que se viu em maio de 1991 na faixa das 20h.

"Há mal-estar no ar quando se pensa em 'Carrossel'. [...]A justificativa mais inteligente da Globo é que havia espaço para programação infantil no horário que foi preenchido", escreveu o jornalista Jorge Caldeira em análise publicada na Folha em 30 de junho de 1991.

Ele se refere à interpretação dada pela concorrente à época, quando perdia pontos tanto do "JN" quanto da novela das nove (que ia ao ar às 20h30): "O Dono do Mundo".

Aquela explicação para o bom desempenho da trama água com açúcar parece caber no fenômeno presente, em que o conteúdo infantil só faz encolher na TV aberta.

A Globo anunciou que deve restringir as atrações infantis às manhãs de sábado já no segundo semestre. O SBT, outra vez, preenche essa lacuna e atrai o público infantil que parece seguir disponível no horário.

O sucesso da versão brasileira da novela -que recuperou personagens como Cirilo, Maria Joaquina e professora Helena- espantou o diretor da trama, Reynaldo Boury, que embarcou de gaiato em "Carrossel", após a demissão de Del Rangel do posto, no fim do ano passado.

"Nem a gente esperava tantos pontos de audiência", diz.

Quando Boury chegou, Rangel tinha selecionado e fechado contratos com quase todo o elenco da novela.

"Fomos ensinando às crianças como fazer televisão, já que cerca de 80% delas nunca tinha sequer entrado num estúdio", explica o diretor, justificando o atraso de quatro meses na estreia, prevista para janeiro de 2012.

Autora da adaptação, Iris espera não agradar apenas ao público infantil. "'Carrossel' será como um oásis para os adultos no meio de um dia conturbado", ela aposta.

Para o SBT, porém, que andou sem fôlego para brigar por público, a novela parece ser a terra encantada de audiência que o canal esperava.

Fonte: Folha de São Paulo

Boletins do SBT ficam mais "Globo Notícia".



Carol Aguaidas no cenário dos boletins do SBT

Os boletins informativos do SBT, depois das últimas alterações, ficaram mais com a cara do "Globo Notícia".

No lugar da bancada sofisticada agora existe um púlpito simples. Além disso, as apresentadoras passaram a ler as notícias em pé e não mais sentadas.

Fonte: Flávio Ricco (Canal 1)